Desejo um bom fim de semana à Caroll, grande incentivadora deste blog, e aos demais cúmplices, todos, com certeza, esperando ansiosamente a chegada da primavera.
Homenagem a Primavera
Lá vem ela
Pelas praças e jardins
Sorridente e bela
A primavera
Com as chuvas criadeiras
Resplandecendo nos canteiros
Alegrando as brincadeiras
Florescendo nos outeiros
Sua brisa já posso sentir
O aroma que trás lembrança
Perfume que envolve a alma
No colorido que da esperança
Estação que alegra os olhos
Estação que embeleza a terra
Estação que acalanta e revela
E inspira a escrita dos poetas
É tempo de ver as “borboletas”
É tempo de ouvir passarinhos
É tempo de luz que revela
A beleza da Primavera
Cláudia Liz
Que beleza o aparecimento do vovozão e do Valdair(semelhante ao burro…rsrsrs)obrigada pelo que escreveram e a vcs e todos os leitores desejo um bom final de semana…
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade.
Sérgio,para ilustrar sua linda mensagem aí vai esta letra de musica muito interessante
Artista: Sérgio Reis
Titulo da Música :
João de Barro
Letra:
O João de Barro pra ser feliz como eu
Certo dia resolveu arranjar uma companheira
Num vai e vem com o barro da biquinha
Ele fez sua casinha lá no galho da paineira
Toda manhã o pedreiro da floresta
Cantava fazendo festa pra’quela que tanto amava
Mas quando ele ia buscar um raminho
Para construir seu ninho seu amor lhe enganava
Mas neste mundo o mal feito é descoberto
João de Barro viu de perto sua esperança perdida
Cego de dôr trancou a porta da morada
Deixando lá sua amada presa pro resto da vida
Que semelhança entre o nosso fadário
Só que eu fiz o contrário do que o João de Barro fez
Nosso Senhor me deu força nesta hora
A ingrata eu pus pra fora onde anda eu não sei
“QUERER É PODER”
O João-de-barro é um passarinho de nada.
Como deve ser brabo, para ele, o esforço de levar no bico, por dias a fio, pedacinhos de barro e pedacinhos de capim. Mas não afrouxa o tutano, ajeita daqui, ajeita dali, voa para cá, voa para lá, traz, põe terra, não cansa, voa de novo, empurra com o biquinho os grãozinhos de terra, bate as asinhas doloridas de cansaço, se agiganta, vem a chuva ameaçando por tudo abaixo, ele remenda o que a chuva estragou, recomeça, vem o gavião voando para acabar com a vida dele, ele foge, quando gavião vai embora ele volta, segue em frente, traz mais barro, chega ao topo, dá os remates finais…
E olha lá, num amanhecer de primavera, o rancho todo construído e ele piando de felicidade ao lado da companheira. E agora podem vir chuvas, que isto não tem mais importância.
E pode vir o gavião de novo, que os filhos estão dormindo com toda a segurança numa caminha de penas. Que lindeza!
Se o joão-de-barro, que é um passarinho flaquito, pode fazer tudo isso com seu biquinho de nada, por que não poderá um homem construir sua felicidade? Basta querer!
Trecho de “os Guachos” de Barbosa Lessa
Desejo um bom fim de semana à Caroll, grande incentivadora deste blog, e aos demais cúmplices, todos, com certeza, esperando ansiosamente a chegada da primavera.
Homenagem a Primavera
Lá vem ela
Pelas praças e jardins
Sorridente e bela
A primavera
Com as chuvas criadeiras
Resplandecendo nos canteiros
Alegrando as brincadeiras
Florescendo nos outeiros
Sua brisa já posso sentir
O aroma que trás lembrança
Perfume que envolve a alma
No colorido que da esperança
Estação que alegra os olhos
Estação que embeleza a terra
Estação que acalanta e revela
E inspira a escrita dos poetas
É tempo de ver as “borboletas”
É tempo de ouvir passarinhos
É tempo de luz que revela
A beleza da Primavera
Cláudia Liz
21 de abril de 2010
PROgCultSE! Blues, Reggae, Dança, Eletrotango e + em Aracaju
Antes de algo mais, poesia…
de
Arthur Rimbaud
Oh estações, oh castelos!
Que alma é sem defeitos?
Eu estudei a alta magia
Do Amor, que nunca sacia.
Saúdo-te toda vez
Que canta o galo gaulês.
Ah! Não terei mais desejos:
Perdi a vida em gracejos.
Tomou-me corpo e alento,
E dispersou meus pensamentos.
Ó estações, ó castelos!
Quando tu partires, enfim
Nada restará de mim.
Ó estações, ó castelos!
Que beleza o aparecimento do vovozão e do Valdair(semelhante ao burro…rsrsrs)obrigada pelo que escreveram e a vcs e todos os leitores desejo um bom final de semana…
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade.
Carlos Drummond de Andrade
Aprendi que um homem só tem o direito de olhar um outro de cima para baixo para ajudá-lo a levantar-se.” (Gabriel Garcia Marquez)
Dê a quem você ama: asas para voar, raízes para voltar e motivos para ficar.
Dalai Lama
Sérgio,para ilustrar sua linda mensagem aí vai esta letra de musica muito interessante
Artista: Sérgio Reis
Titulo da Música :
João de Barro
Letra:
O João de Barro pra ser feliz como eu
Certo dia resolveu arranjar uma companheira
Num vai e vem com o barro da biquinha
Ele fez sua casinha lá no galho da paineira
Toda manhã o pedreiro da floresta
Cantava fazendo festa pra’quela que tanto amava
Mas quando ele ia buscar um raminho
Para construir seu ninho seu amor lhe enganava
Mas neste mundo o mal feito é descoberto
João de Barro viu de perto sua esperança perdida
Cego de dôr trancou a porta da morada
Deixando lá sua amada presa pro resto da vida
Que semelhança entre o nosso fadário
Só que eu fiz o contrário do que o João de Barro fez
Nosso Senhor me deu força nesta hora
A ingrata eu pus pra fora onde anda eu não sei
bjs…caroll
“QUERER É PODER”
O João-de-barro é um passarinho de nada.
Como deve ser brabo, para ele, o esforço de levar no bico, por dias a fio, pedacinhos de barro e pedacinhos de capim. Mas não afrouxa o tutano, ajeita daqui, ajeita dali, voa para cá, voa para lá, traz, põe terra, não cansa, voa de novo, empurra com o biquinho os grãozinhos de terra, bate as asinhas doloridas de cansaço, se agiganta, vem a chuva ameaçando por tudo abaixo, ele remenda o que a chuva estragou, recomeça, vem o gavião voando para acabar com a vida dele, ele foge, quando gavião vai embora ele volta, segue em frente, traz mais barro, chega ao topo, dá os remates finais…
E olha lá, num amanhecer de primavera, o rancho todo construído e ele piando de felicidade ao lado da companheira. E agora podem vir chuvas, que isto não tem mais importância.
E pode vir o gavião de novo, que os filhos estão dormindo com toda a segurança numa caminha de penas. Que lindeza!
Se o joão-de-barro, que é um passarinho flaquito, pode fazer tudo isso com seu biquinho de nada, por que não poderá um homem construir sua felicidade? Basta querer!
Trecho de “os Guachos” de Barbosa Lessa
Adorei o BURRO. muita semelhança comigo. (risos)
Que bom o aparecimento dos Sérgios e da Lily postando frases muito interessantes…hoje vai ai um pequeno poema de Patativa do Assaré
O Burro
Vai ele a trote, pelo chão da serra,
Com a vista espantada e penetrante,
E ninguém nota em seu marchar volante,
A estupidez que este animal encerra.
Muitas vezes, manhoso, ele se emperra,
Sem dar uma passada para diante,
Outras vezes, pinota, revoltante,
E sacode o seu dono sobre a terra.
Mas contudo! Este bruto sem noção,
Que é capaz de fazer uma traição,
A quem quer que lhe venha na defesa,
É mais manso e tem mais inteligência
Do que o sábio que trata de ciência
E não crê no Senhor da Natureza.
bjs….caroll